A vereadora Kallyna Dias segue com as fiscalizações em unidades de saúde de Campina Grande com o objetivo de identificar problemas estruturais, falta de equipamentos, insumos e medicamentos, além de cobrar providências dos setores responsáveis.
Segundo a parlamentar, o trabalho também inclui o acompanhamento das demandas após a apresentação de requerimentos.
“O trabalho não para. Continuamos fiscalizando e representando o povo de Campina Grande para que aconteça uma melhor gestão e uma melhor qualidade de vida para todos”, afirmou.
De acordo com a parlamentar, após as visitas são elaborados requerimentos direcionados aos órgãos responsáveis pelas demandas encontradas. Posteriormente, são realizadas novas fiscalizações para verificar se as providências solicitadas foram adotadas.
As ações têm contemplado tanto as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) quanto hospitais do município. Nesta semana, uma das visitas ocorreu no Hospital Edgley, onde, segundo a entrevistada, também foram identificadas demandas que resultaram em requerimentos encaminhados à Secretaria de Saúde.
“Fiscalizamos, fazemos os requerimentos solicitando aos setores responsáveis. As nossas fiscalizações, tanto às unidades básicas de saúde quanto aos hospitais, permanecem. Nesta semana a gente visitou o Hospital Edgley, onde a gente fez nossos requerimentos também à Secretaria de Saúde”, declarou.
A parlamentar afirmou ainda que algumas das situações identificadas durante as fiscalizações anteriores já apresentaram avanços. Segundo ela, as visitas de retorno permitem verificar o andamento das solicitações e se os problemas apontados começaram a ser solucionados.
“Graças a Deus, as nossas fiscalizações estão obtendo sucesso. Quando a gente retorna, a gente está vendo que algumas situações já estão sendo resolvidas”, disse.
Apesar dos resultados relatados, outras demandas permanecem pendentes. Entre os principais problemas citados estão unidades básicas de saúde que necessitam de manutenção e a necessidade de equipamentos, insumos e medicamentos.
“Algumas coisas, sim. Outras não. Outras a gente permanece cobrando, permanece fazendo os mesmos requerimentos. Muitas unidades básicas de saúde estão precisando de manutenção, de equipamentos básicos, insumos, medicações e estrutura para que os profissionais possam atuar de forma responsável e acolhedora para com os usuários”, concluiu.
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