Itaporanga sediou pela primeira vez como pioneira na manhã
desta quinta-feira 12, a 1ª Conferência
Estadual das Cidades no Vale do Piancó a nivel
de Paraíba, que trouxe como tema
central “Construindo a Política de Desenvolvimento Urbano: caminhos para
cidades inclusivas, democráticas, sustentáveis e com justiça social”. O evento
aconteceu no auditório da 7ª Gerência de Ensino Estadual. E reuniu representantes do poder público e da
sociedade civil em um importante momento que futuro poderá se tornar com diálogo e construção coletiva um evento
na esfera federal.
Estiveram presentes o prefeito de Itaporanga, Azif Lemos, o
secretário executivo do Orçamento Democrático Estadual, Júnior Caroé, além de
todos os secretários municipais. A conferência também contou com a participação
de dezenas de populares, que representaram diversos segmentos da sociedade
itaporanguense.
Durante o encontro, foram discutidas propostas para melhorar
a infraestrutura urbana, promover o acesso a políticas públicas de qualidade e
garantir maior participação popular nas decisões que impactam a vida nas
cidades. A conferência faz parte de um ciclo de mobilizações que visam
fortalecer o desenvolvimento urbano com foco na inclusão social e na
sustentabilidade.
Em seu discurso, o prefeito Azif Lemos destacou a
importância do momento para o futuro da cidade e da Paraíba:
“Hoje é um dia histórico para Itaporanga. Ao sediarmos a 6ª
Conferência Estadual das Cidades, reafirmamos nosso compromisso com o diálogo,
a inclusão e a construção de um futuro melhor para todos. Aqui não se trata
apenas de discutir ideias, mas de unir forças para transformar nossa cidade e
nosso estado. Cidades justas, sustentáveis e democráticas não se constroem
sozinhas — elas nascem da participação de cada cidadão. E é esse espírito de
união que nos inspira a seguir em frente, com coragem e responsabilidade.”
A etapa estadual da conferência é preparatória para a
conferência nacional, que reunirá propostas oriundas de todas as regiões do
país. Para os participantes, o evento reforça a importância da escuta ativa e
da gestão democrática como pilares de uma cidade mais justa e eficiente.

