Geraldo Azevedo subiu no palco da Vila Sítio São neste domingo (29) por volta das 20h e a música de boas vindas do músico pernambucano foi um clássico de Luiz Gonzaga lançado em 1967, “Óia Eu Aqui de Novo”, composta por Antônio Barros, essa também foi a forma que Geraldo escolheu para falar do orgulho que era estar tocando em Campina Grande pela segunda vez, “Normalmente a gente vem um vez só mas que honra; é a segunda vez que venho aqui em Campina neste São João e essa festa é muito especial”, enfatizou.
As músicas escolhidas para a apresentação evocam sentimentos de saudade e esperança. O show conta com o suporte de uma banda formada por grandes músicos, destaque para o entrosamento no palco entre Geraldo Azevedo e seu sanfoneiro Jonathan Malaquias.
No repertório, não faltam também homenagens a mestres como Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Jorge de Altinho, Antônio Barros, Flávio José, Alceu Valença, Chico César, além dos clássicos eternos da carreira de Geraldo.
“Esses caras não podem deixar nunca de cantar nessas festas juninas. Tem uns caras muito especiais”, falou antes de cantar a música que compôs com Geraldo Amaral em homenagem ao grande Jackson do Pandeiro, chamada “Já que o som não acabou”, lançada pela primeira vez no álbum “O Brasil Existe em Mim” em 2007.
Geraldo Azevedo, que acaba de comemorar seus 80 anos, comenta sobre as diversidades nos festejos juninos. “É a melhor festa do mundo porque não tem nenhuma festa tão democrática que englobe todas as gerações, todas as família e além do mais a gente tem a ligação com a nossa arte, da música, da dança e da culinária. Abrange várias partes da nossa cultura brasileira”, comentou o cantor.
Em uma noite especial, dia de São Pedro, Geraldo Azevedo, faz um convite para um amor incondicional e resiliente, um compromisso de estar junto com a nordestinidade em qualquer situação, celebrando a nossa cultura e o povo brasileiro.
Rafael Costa/Rede Primeiro Minuto


